Monthly Archives: setembro 2013

Brasil joga bem, goleia e vê seus reservas brilharem

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Hospital referência no tratamento do câncer utiliza carretas para prevenção

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Conhecido em todo o país pela qualidade no tratamento oncológico, o Hospital de Câncer de Barretos, a 430 quilômetros da capital paulista, precisou criar um projeto para filtrar pacientes que chegavam de muito longe, sem necessidade, em busca de tratamentos. “Tinha gente que vinha de Rondônia, Mato Grosso, Goiás, para tratar casos simples que poderiam ser tratados lá mesmo”, contou Boian Petrov, diretor financeiro, administrativo e de construção do hospital.

A estratégia adotada foi filtrar os pacientes criando filiais que, ao todo, atendem 800 pessoas diariamente, em Porto Velho (RO), Campo Grande (MS), Nova Andradina (MS), Juazeiro do Norte (CE), além de outra, mais completa, em Jales (SP), que atende sozinha 600 pessoas por dia. “São modelos de ambulatórios e centros de diagnósticos e de prevenção com a finalidade de fazer a primeira triagem antes de virem para o hospital [de Barretos]“, explicou Petrov. Na cidade, são atendidos 3,5 mil pacientes por dia.

A direção do Hospital do Câncer de Barretos investiu em outra frente de prevenção ao câncer, que dá mobilidade aos atendimentos. Existem 12 carretas que percorrem o país com ações preventivas, que incluem exames de papanicolau, próstata, mamografia e pele. “As carretas vão nos piores lugares do Brasil, no sertão mesmo. A carreta se desloca para uma cidadezinha pequena e fica lá durante uma semana para atender praticamente toda a população da cidade”, disse o diretor.

Aqueles atendidos pelas carretas que apresentam diagnóstico positivo para o câncer são encaminhados para tratamento em Barretos. Na cidade, as pessoas sem condições financeiras podem se hospedar em um alojamento com capacidade para 600 pessoas.

Outro diferencial do hospital em Barretos é uma nova estratégia de tratamento iniciada há dois anos. Segundo Petrov, antes de o paciente iniciar o tratamento contra o câncer, uma biópsia é feita para testar em laboratório uma espécie de protocolo do tumor. Esse protocolo, explica Petrov, é a rotina aplicada durante o tratamento do câncer como, por exemplo, medicamentos que serão ingeridos e o processo de quimioterapia.

“A gente não perde tempo nem dinheiro com drogas que não funcionam e nem tratando o paciente sem efeito. Quer dizer, ele já começa no protocolo mais adiantado ou mais atrasado, dependendo do resultado do teste no laboratório”, ressaltou Boian Petrov.

Tempo de voo da ponte aérea SP-Rio pode cair 8 minutos

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Altíssima definição chega à televisão

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Nível do mar

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Você sabe por que o bocejo é contagioso? Veja teorias

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Folhinha/SP/ 31.08.2013

Não foi fácil escrever esta reportagem. Ao olhar a foto das crianças bocejando, todos nós da Redação da “Folhinha” éramos contaminados e bocejávamos também. Difícil trabalhar assim!

Por que temos dificuldade de segurar a boca fechada quando vemos alguém bocejar? E mais: o que causa o bocejo e para que ele serve?

Os cientistas ainda não têm respostas certas para essas perguntas, mas há teorias.

Laura Mello, 11, acredita na hipótese de que o bocejo sirva para alongar músculos do rosto -e não para ajudar na respiração ou afastar o sono.

Ela costuma ser “atacada” na escola: “Tenho sono nas aulas de inglês, porque não entendo o que a professora fala”. Para Natalia Belli, 11, o problema são as aulas de matemática. E algo bem engraçado se passa com ela: a menina se contamina pelo bocejo da sua gatinha Kika!

Mariana Hyun, 10, conta que o bocejo avisa a todos ao redor sobre o seu cansaço.

Já Gustavo Yu Chuan, 11, tem uma técnica para evitá-lo, mesmo quando vem a vontade. “Mantenho os olhos bem abertos e respiro pelo nariz”, explica. Paola Gonzales, 11, pisca duas vezes.

CATAPORA

O fato é que bocejo é um negócio que “pega” mais do que catapora, algo literalmente contagioso.

E, curiosamente, é mais fácil ser “infectado” por um bocejo se quem está de bocarra aberta é alguém que você conhece e de quem você gosta, como um amigo ou parente.

Cientistas chegam até a usar a facilidade de ser contagiado por bocejos como uma medição da empatia -ou seja, o quanto a gente se identifica com o outro.

O mais difícil, no entanto, é saber por que bocejar “pega”. Uma das ideias propostas pelos cientistas tem a ver justamente com a empatia: o fato de uma pessoa bocejar depois da outra mostra que estão ligados. E isso ajuda a manter grupo de pessoas -e de animais- unidos. (GABRIELA VALDANHA E REINALDO JOSÉ LOPES)

CRIANÇAS E BOCEJOS

Quando, onde e por que você boceja? Leitores da “Folhinha” discutem o bocejo.

“Acho que existe uma célula-reflexo no nosso corpo, que faz com que a gente seja contagiado pelo bocejo do outro”, Raphael Harari, 10

“Para mim, o bocejo serve para avisar que estamos sem energia e precisamos descansar, por isso só bocejo à noite, antes de dormir.”, Enzo Pereira, 12

“Na minha opinião, bocejamos quando o nosso pulmão precisa de mais ar”, Bruno Souto, 11

“Não costumo bocejar nas aulas, mesmo sentando no fundo. Mas, quando estou com vontade e não posso bocejar, penso em alguma coisa engraçada e dá certo.”, Emily Su, 11

“Bocejo principalmente quando a aula está chata. Em desenho geométrico e até na educação física, enquanto a professora explica o jogo e ficamos parados, sem ter o que fazer…”, Vitória Sanches, 11

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No Dia do Biólogo, aprenda a montar seu próprio aquário

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03/09/2013

Hoje é comemorado o Dia do Biólogo, profissional que estuda os seres vivos. Graças a eles, sabemos como cuidar bem dos animais que temos em casa.

Em reportagem publicada na “Folhinha” em 30 de março de 1991, o caderno dava dicas de como montar um aquário e fazer dele uma moradia feliz para o seu peixe de estimação.

Mesmo pequenos, esses bichos precisam de alguns cuidados especiais. Mas pode ser bem divertido preparar o aquário e tomar conta deles.

Confira o texto na íntegra abaixo

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COMO MONTAR UM AQUÁRIO?

Se você quiser ter um aquário, é bom conhecer os cuidados de que um peixe precisa. O biólogo Beno Zaterka, 27, deu as dicas à Folhinha de como montar um aquário. Ele é dono da “Clube dos Bichos”, loja que vende animais de estimação. A loja também vende coisas para bichos.

Tamanho do aquário
Deve ser quadrado ou retangular, para 20 litros de água doce. Não use aquário redondo. Nele, o peixe fica sem saber o tamanho do lugar onde está e morre.

Como tratar a água
Deixe a água descansar por um dia dentro de um balde. Depois coloque no aquário. A água que sai da torneira tem cloro. O cloro mata o peixe. O descanso faz o cloro virar gás e sair da água.

Filtro
Serve para limpar a água. Com um bom filtro, você só troca dois litro de água uma vez por mês.

Oxigenador
É uma pequena máquina que produz oxigênio e faz a água se movimentar. É que os peixes respiram o oxigênio que existe na água. Além disso, quando a água não fica parada, não nascem bichinhos (parasitas).

Termômetro
Um termômetro com aquecedor dentro do aquário não deixa a temperatura ficar mudando de frio para calor. Para o peixe, o melhor é ter a temperatura entre 25º e 28º C (25 e 28 graus centígrados).

Moradia
No fundo do aquário coloque coisas naturais, como pedras de rio. É bom o aquário se parecer com o lugar em que o peixe morava antes.

Luz
O aquário precisa receber luz natural. O Sol não pode bater direto sobre ele. Se isso acontecer, em menos de uma semana a alga fica verde, cheia de algas.

Temperatura da água
Peixe estranha mudanças de temperatura. A água do saco plástico que veio da loja é mais quente. Por isso deixe o saquinho boiando no aquário por 20 minutos, depois solte o peixe.

Peixes amigos
Com um aquário de 20 litros, dá para ter dez peixinhos. Escolha peixes amigos, que não brigam entre si. Os neos, por exemplo, convivem bem com os paulistinhas e com os beijadores.

Comida
Peixe gosta de ração. Só coloque comida no aquário uma vez por dia. Nunca coloque comida de gente no aquário, porque ele morre.

Qual é o bicho mais antigo do Zoo de SP?

PELICANO

Um pelicano fêmea, sem nome. Ela chegou ao zoológico paulistano em 1963, seis anos depois de o parque ter sido criado.

Chuva de pétalas e contos de fadas invadem a Expoflora

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HOLAMBRA – Estão voltando as flores. A Expoflora, que se autointitula “a maior exposição de flores da América Latina”, realizada em Holambra, já começou e vai até dia 29 de setembro, sempre às sextas-feiras, sábados e domingos, das 9 às 19 horas. A expectativa, segundo os organizadores, é de atrair 300 mil visitantes ao longo de todo o evento, que está na 32.ª edição.

O ingresso custa R$ 32 (site: expoflora.com.br). Além de poder comprar flores e mudas por preços mais em conta do que os praticados em São Paulo, é possível apreciar verdadeiras obras de arte criadas com plantas. A área de exposição, idealizada por Jan Willem van der Boon e Jessica Drost, teve como tema Flores, Contos e Lendas. “Mas não é um retrato fiel das histórias”, avisa Jan. “É a nossa interpretação.”

Assim, é possível ver os sete anões da Branca de Neve em momentos de descontração: à mesa, na banheira e até na privada. Em meio ao cenário lúdico, que fará crianças e adultos se divertirem, surgem as novidades da temporada.

Estão ali a rosa blueberry, desenvolvida na Itália e que, segundo o produtor Benny van Rooijen, teve 30 mil versões descartadas antes de chegar ao resultado atual; o copo de leite negro; e até exemplares de olho na decoração para a Copa do Mundo. Que tal um crisântemo amarelo com miolo verde, uma orquídea de pigmentação esverdeada ou um hibisco laranja e verde, de olho num possível confronto Brasil x Holanda. A criatividade, afinal, não tem limites.

Alguns clássicos da feira, contudo, não poderiam faltar. É o caso da tradicional chuva de pétalas, sempre às 16h30. São necessárias 18 mil rosas por dia para o espetáculo, ponto alto do evento. Um pouco antes, às 16 horas, ocorre a Parada das Flores, com três carros alegóricos que trazem personagens como Branca de Neve e o Rei Leão – e, claro, muitas flores.

Às 14h30, ocorrem apresentações de danças típicas, com grupos da cidade. “As crianças aprendem na escola e começam a ensaiar em fevereiro”, conta Petrus Schoenmaker, o Piti, que nasceu na Holanda e veio para o Brasil com a família aos 15 anos – hoje, ele tem 69. Agricultor de profissão, ele organiza as apresentações e é considerado o embaixador da Expoflora.

PELAS RUAS
É claro que dentro dos pavilhões da Expoflora ninguém vai passar fome: há duas praças de alimentação com 16 lanchonetes e sete restaurantes – incluindo os especializados em comida holandesa, herança dos imigrantes que chegaram na cidade a partir de 1948. Mas já que está ali, por que não dar um pulinho no centro da cidade?

Durante a feira, haverá à disposição dos turistas um ônibus de city tour, ao preço de R$ 13, que sai da entrada do pavilhão. No percurso, de 40 minutos, o guia fala sobre a formação da cidade, curiosidades locais e alguns de seus pontos principais, como a Rua Turística. A visita termina na fazenda Terra Viva, que montou um campo de flores especialmente para o tour.

A parte ruim é que a única parada para descer será no campo de flores – seria muito melhor um sistema de hop on, hop off em alguns dos pontos turísticos da cidade. Afinal, não dá para passar na Rua Turística e resistir aos pratos típicos da Casa Bela e aos doces da Martin Holandesa. Aliás, repare nos mosaicos na parede externa da Casa Bela, feitos com restos de cerâmica tradicional holandesa. Dá para identificar tamanquinhos, bonecos, vaquinhas…Outra opção são os tours da Theo Turismo (www.theoturismo.com.br), a partir de R$ 15 por pessoa.Holambra

Prédio espelhado vira ‘fritadeira’ e derrete carros em Londres

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Arquitetura criativa da torre de 37 andares na City londrina virou uma lente de aumento gigante

LONDRES – Os arquitetos adoram inventar moda e criar novas formas para chamar a atenção e tornar os ambientes mais criativos, agradáveis e ecológicos. Mas as vezes eles erram na mão e acabam criando problemas.

Em Londres, os arquitetos acharam que haviam pensado em tudo quando criaram a torre de vidro na City, o centro financeiro no coração da cidade.

O arranha-céu de 37 andares tem espelhos em curva nos andares superiores para dar um ar grandioso à área de convivência na cobertura que será aberta ao público em maio, quando o prédio ficar pronto.

A construção iniciada em 2011 tem central de aquecimento ecológico, elevadores super rápidos, jardim no terraço e uma vista espetacular de Londres.

O prédio chamado oficialmente de 20 Fenchurch Street ganhou o apelido de ‘walkie-talkie’, pelo seu formato que lembra um segurança fortão de ombros largos.

O detalhe que estragou o projeto grandioso foi que as paredes espelhadas em formato convexo se transformaram em uma grande lente que captura o calor do Sol e reflete a luz de forma concentrada para o chão como se fosse uma lente.

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