Monthly Archives: junho 2013

Maurício Ribeiro de Barros é entrevistado por alunos do 4º ano D

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O jornalista das revistas Placar e Runners responde perguntas sobre como é escrever notícias.

Escola da Vila

14/06/2013 – 6ª feira

Alunos do 4º ano D

 

Os alunos do 4º ano D entrevistaram, no dia 13 de junho, o jornalista da Revista Placar, Maurício Ribeiro de Barros.

O pai do aluno Guga Ribeiro, 9, também do 4º ano D, ajudou as crianças a entender um pouco melhor sobre como é escrever notícias, já que esse é o projeto de Práticas de Linguagens que estão desenvolvendo neste trimestre.

Primeiro ele contou um pouco sobre como é a vida de um jornalista, dizendo que, para exercer essa profissão, é preciso estudar muito, ser um bom leitor e ter responsabilidade.

Maurício também falou que, para colher as informações necessárias para a notícia, ele viaja bastante, entrevista pessoas, anda nas ruas observando os acontecimentos, checa a veracidade das informações e sempre conta com a ajuda de uma equipe especializada.

 Uma dica importante que ele deu é que as informações que não podem faltar em uma notícia e devem aparecer primeiro são: “o quê, quando, onde, como e por que”, especialmente se for uma notícia de jornal. Nas revistas, é possível elaborar mais e dar explicações mais longas.

E o que pode virar notícia? “Aquilo que interessa a várias pessoas. Não pode ser algo simples e corriqueiro, que não chame a atenção de muitos. E é importante prestar atenção ao lugar em que a notícia será publicada, para saber o que chama a atenção dos seus leitores. Por exemplo, uma notícia que interessa ao Jornal da Escola da Vila pode não interessar ao Jornal do Bairro”, disse Maurício, que também escreve para a Revista Runners.

Começa a próxima briga dos games

Nova geração dos videogames da Microsoft, Sony e Nintendo é o destaque da E3, maior feira do setor que começa hoje nos EUA

10 de junho de 2013
João Coscelli, especial para o Estado – O Estado de S.Paulo

Quando a Nintendo lançou o Wii U em novembro de 2012 trouxe um videogame com uma série de funções sociais. Agora o PlayStation 4 (PS4), da Sony, e o Xbox One, da Microsoft, – com ferramentas voltadas para o entretenimento – chegam para endossar a característica multifuncional que foi incorporada por esta nova geração de videogames. Tanto o Xbox One quanto o PS4 começam a ser vendidos no fim do ano.

Controles Wii U e PS4 - Divulgação
Divulgação
Controles Wii U e PS4

 

Juntos, os três novos aparelhos são as estrelas da feira E3, maior evento da indústria dos videogames que começa hoje em Los Angeles. É lá que as três gigantes do setor apresentam suas principais apostas para se sobressair neste novo ciclo dos jogos – que agora enfrentam outros rivais, como os dispositivos móveis.

As fabricantes mostraram aparelhos que vão além dos games. Eles reproduzem filmes, acessam a internet e reúnem outras funções multimídia. Trata-se de uma evolução das tecnologias adotadas nos últimos anos.

Na avaliação do diretor para a América Latina da produtora de jogos Ubisoft, Bertrand Chaverot, a disseminação da banda larga permitiu que mais pessoas jogassem em rede, com outros jogadores. “Isso é consequência do crescimento das redes sociais. As pessoas preferem jogar com os amigos a jogar sozinhas”, diz o executivo. “O sucesso dos jogos sociais mostrou para as fabricantes de consoles que o lado multijogador – compartilhar, desafiar, brincar – era o mais importante.”

A aposta da Microsoft é uma máquina “tudo em um”, como a empresa definiu o Xbox One. Já a Sony colocará no mercado um videogame que é, prioritariamente, um sistema de jogos, diz a empresa. As duas fabricantes prometem aparelhos que vão se integrar à rotina do usuário e se tornar a principal plataforma para todas as atividades de entretenimento na sala de estar. Outra característica é que ambos interagem com outros dispositivos, como smartphones e videogames portáteis, o que reforça o caráter social desta nova geração de aparelhos.

Nenhum dos dois chegou às lojas, mas eles já dividem o público. Na opinião de Marcos Khalil, presidente executivo da rede de lojas UZ Games, Sony e Microsoft disputarão a atenção dos jogadores hardcore – aquela parcela que joga com frequência há mais tempo e, consequentemente, gasta mais. “Sony e Microsoft brigarão pela mesma fatia. As duas querem manter os jogadores hardcore e atrair os novos adeptos”, diz. “Eles não se esqueceram de mostrar o lado casual, pois perceberam que esse público também tem potencial de consumo.”

Já a Nintendo, avalia Khalil, busca um outro público – os jogadores menos ávidos, que procuram games mais simples, justamente aqueles que fizeram do Wii o videogame mais vendido da última geração. Cem milhões de unidades foram comercializadas desde o lançamento em novembro de 2006. Mas, apesar de oferecer funções multimídia com o novo Wii U, a empresa precisa melhorar. “A Nintendo tem de focar nas funções interativas da internet. Hoje o jogador é muito mais antenado, é uma exigência dele estar conectado”, diz Khalil.

O Wii U saiu na frente, mas as vendas têm decepcionado. No primeiro trimestre, 390 mil unidades foram distribuídas às lojas. No Brasil, onde ele não chegou oficialmente e só é vendido por importadores, a procura foi praticamente nula, segundo presidente da UZ Games.

A saída, na opinião de Chaverot, é desenvolver jogos de qualidade. “A Nintendo ainda vai anunciar seus primeiros grandes títulos para Wii U. É muito importante ver o que ela vai revelar, porque faz jogos muito bons. É importante para cada console ter seus carros-chefes entre os games.”

Velhos amigos. De acordo com a consultoria GFK, há aproximadamente 5 milhões de videogames da atual geração em uso no Brasil. A chegada das novas plataformas, porém, não será um impedimento para que esse número cresça, de acordo com Jonathan Harris, gerente de marketing e vendas da produtora Eletronic Arts no Brasil. “No mercado de videogames, esses períodos de transição dão uma vida longa à geração vigente, que ainda vai continuar vendendo”, afirma. O motivo, diz o executivo, é que novos jogos continuam sendo lançados para essas plataformas.

Chaverot compartilha dessa opinião. Ele afirma que a expectativa da Ubisoft é que a quantidade de videogames da geração atual chegue a 10 milhões nos próximos anos, principalmente por causa da queda nos preços que ocorre depois do lançamento de uma nova geração.

Bebê de SC faz sucesso na internet com música dos Beatles

Diogo BeatlesBastou o pai pegar o violão para o pequeno Diogo, de um ano e 11 meses de idade, puxar sua cadeirinha e começar a cantar, em voz alta e ao ritmo dos Beatles: “Don’t let me down!”

A cena acima, protagonizada por um garotinho de Criciúma (SC), foi postada no YouTube e percorreu as redes sociais nesta semana. Até esta sexta (7), o vídeo já somava mais de 3,3 milhões de visualizações.

“Até mesmo o ator Kevin Bacon comentou no Twitter”, conta orgulhoso o pai de Diogo, o bancário Christian Diego Mello, 32.

Segundo ele, a ideia do vídeo surgiu após um bate-papo com colegas de trabalho. “Comentei que tinha um filho, que cantava e tocava Beatles, e uma colega duvidou. Aí eu gravei o vídeo e trouxe na máquina para mostrar. No feriado, coloquei no YouTube e compartilhei no Facebook. E não fiz absolutamente mais nada. De repente, foi uma bola de neve”, conta.

No vídeo, o menino segura um ukulele, guitarra havaiana de quatro cordas que “roubou” do pai, e arrisca acordes com uma palheta. “Assim que ele começou a andar ele pegou o instrumento e não soltou mais. Hoje é dele, entendeu?”, ri o pai.

De acordo com Mello, o filho começou a cantar a música do vídeo há alguns meses, durante uma viagem para o Rio Grande do Sul. “Tínhamos um pendrive com várias músicas, de vários artistas, e fomos ouvindo no carro. E percebemos que nessa ele balbuciava o ‘down’, de ‘Don’t let me down’. Quando acabou, ele reclamou até voltarmos para a música.”

Não parou mais: hoje, o filho também tem na lista de preferidas os clássicos “Hey Jude”, “Let it be” e “All my loving”. O incentivo vem do pai, que tem uma banda com o irmão, Dulti Mello.

“Toco sempre à noite, em casa. É bem espontâneo: ele me vê com o instrumento, pega o violãozinho e a cadeirinha dele, chega e já vai tocando, assim como está no vídeo. Às vezes ele mesmo convida: ‘Vamos tocar um violãozinho, papai?’”

Após a repercussão, Mello agora diz que tem um sonho: fazer com que Paul McCartney veja o vídeo. “Acredito que ele não viu ainda, mas é bem provável que veja. Eu adoraria”, suspira. (NATÁLIA CANCIAN)

 

 

Grandes macacos surgiram há 25 mi de anos

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Cientistas acham fóssil quase completo do mais antigo primata

Cientistas acham fóssil quase completo do mais antigo primata

REINALDO JOSÉ LOPES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Uma criaturinha do tamanho de um camundongo, que saltitava pelas copas das árvores de uma floresta chinesa há 55 milhões de anos, é o mais antigo exemplar do grupo de animais ao qual pertencem o homem e todos os macacos vivos hoje, dos saguis aos gorilas.

A descrição da espécie, feita por paleontólogos da China, dos EUA e da França, está na edição desta semana da revista científica “Nature”, uma das mais importantes do mundo.

Para os cientistas, o Archicebus achilles merece os holofotes, apesar dos meros 30 gramas, porque seu esqueleto fossilizado está praticamente completo (faltam só as “mãozinhas” do bicho), enquanto outros fósseis de primatas com a mesma idade não passam de cacos.

Editoria de Arte/Folhapress

“Ele é tão completo que quase não temos com o que compará-lo”, afirma Chris Beard, pesquisador do Museu Carnegie de História Natural (EUA) e coautor da descrição do bicho. “De fato, no período de que estamos falando, ele é único.”

Os especialistas costumam dividir os primatas em dois grandes grupos. O primeiro, o dos estrepsirrinos, engloba os famosos lêmures de Madagáscar e outras criaturas parecidas, enquanto o dos haplorrinos tem como principais astros os macacos propriamente ditos (incluindo aí o homem moderno e seus ancestrais).

A análise detalhada do esqueleto do A. achilles indica que ele é um haplorrino, e mais especificamente um membro muito primitivo do grupo dos társios, animais diminutos da Indonésia e das Filipinas que mais parecem os elfos domésticos da série “Harry Potter”, a julgar pelos olhos enormes e pelas orelhas esquisitas.

CALCANHAR
O interessante, no entanto, é que o bicho está muito próximo do ponto no qual as linhagens dos társios e dos macacos propriamente ditos se separaram. Por isso mesmo, seu esqueleto é uma espécie de mosaico, com características de ambos os tipos de bicho.

É daí, inclusive, que vem o achilles do nome – assim como o herói grego Aquiles, ele tinha um calcanhar fora do comum.

“O calcanhar, e o pé como um todo, são os detalhes mais chocantes do fóssil, porque lembram os de um sagui, por exemplo, coisa que não esperávamos”, explica Beard. Além disso, enquanto os társios de hoje são criaturas da noite (daí os olhões), as órbitas da espécie primitiva têm tamanho normal, sugerindo hábitos diurnos.

Em entrevista coletiva por telefone, os pesquisadores contaram que o fóssil foi encontrado há cerca de dez anos por um fazendeiro do interior chinês.

“Consegui persuadi-lo a doar o fóssil para a nossa instituição”, disse o paleontólogo Xijun Ni, da Academia Chinesa de Ciências, que é o primeiro autor do estudo. O local do achado, para Beard, não é coincidência.

“Os argumentos a favor de uma origem asiática para os primatas ficam mais fortes a cada dia”, diz o americano. “O sequenciamento de DNA mostrou que os parentes mais próximos dos primatas ainda vivos hoje são animais como os musaranhos-arborícolas e os lêmures-voadores, que só existem no Sudeste Asiático. E o registro fóssil também mostra uma diversidade maior de primatas na Ásia nas fases iniciais da evolução do grupo”, explica.

QUENTINHO
Quem já viu saguis brasileiros em seu ambiente natural provavelmente teria uma imagem mais ou menos correta de como era a vida do animal, a começar pelo calor que fazia naquela época.

“Essa espécie viveu durante o que conhecemos como o máximo termal do Paleoceno-Eoceno, um período de aquecimento global no qual todo o planeta estava coberto com ecossistemas tropicais e subtropicais. Era uma época ótima para ser um primata”, diz Chris Beard.

“Imagine um animal frenético, até mesmo ansioso, muito ágil, saltando pela copa das árvores à procura de insetos”, diz o paleontólogo americano.

Pequenos heróis

Notícia trazida pela aluna Giuliana Mori do 4º ano A

Pequenos heróis Jornal - filme 2

Asteroide passará a 5,8 milhões de quilômetros da Terra nesta sexta

AFP

Em Washington

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Um asteroide de 2,7 quilômetros de diâmetro se aproximará da Terra nesta sexta-feira (31) sem trazer riscos, pois passará a 5,8 milhões de quilômetros do planeta ou cerca de 15 vezes a distância entre nosso planeta e a Lua, informou a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana).

Embora esse asteroide, denominado 1998 QE2, não represente interesse para os cientistas que estudam os objetos que potencialmente ameaçam a Terra, também será examinado pelos astrônomos que tentam descobrir os segredos destes visitantes celestes.

“O asteroide 1998 QE2 é um objeto de grande interesse para o radiotelescópio de Goldstone, na Califórnia, e o telescópio de Arecibo, em Porto Rico, porque esperamos conseguir imagens de alta resolução que podem revelar muitas características de sua superfície”, disse o astrônomo Lance Benner, principal encarregado científico do radar Goldstone no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), da Nasa, em Pasadena, na Califórnia, nos Estados Unidos.

As imagens deste telescópio permitem ver claramente uma porção de 3,75 metros de comprimento a uma distância de quase seis milhões de quilômetros.

“Cada vez que um asteroide se aproxima da Terra, proporciona uma oportunidade científica importante para estudá-lo em detalhe para compreender seu tamanho, forma, rotação e as características de sua superfície, e tudo o que nos permite esclarecer suas origens”, disse.

“Também vamos usar as novas medidas para reavaliar sua distância da Terra e sua velocidade, o que permite melhorar os cálculos de sua órbita e trajetória no futuro”, acrescentou o astrônomo.

O asteroide estará mais perto da Terra em 31 de maio às 20h59 GMT (17h59, no fuso de Brasília), afirma a Nasa. Este será seu sobrevoo mais próximo em mais de dois séculos.

O asteroide 1998 QE2 foi descoberto em 19 de agosto de 1998 por astrônomos do programa de pesquisas de asteroides próximos à Terra no Instituto de tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), perto de Socorro, no Novo México, região Sudoeste dos Estados Unidos.

A Nasa, que considera a busca por asteroides uma alta prioridade, já identificou e indexou mais de 98% dos maiores asteroides, de mais de um quilômetro de diâmetro, que estão nas proximidades da Terra. Os astrônomos detectaram e catalogaram 9.500 objetos celestes de todos os tamanhos que cruzam perto da Terra, provavelmente um décimo do total

Fonte: Uol Notícias 

Na reabertura do Maracanã, Felipão escala o seu time ideal

Técnico aposta em Hulk no ataque com Fred e Neymar. Se funcionar, será a equipe das Confederações

02 de junho de 2013 | 9h 11
Almir Leite e Silvio Barsetti – O Estado de S. Paulo

RIO – É um amistoso, jogo para políticos, autoridades e cartolas fazerem festa. Afinal, depois de quase três anos o Maracanã, principal templo do futebol brasileiro – e mundial -, vai ser reaberto. Remodelado, moderno, de acordo com o “padrão Fifa”. Mas, para aseleção brasileira, o jogo de neste domingo, às 16 horas, contra a Inglaterra, tem pouco de festivo. Ao contrário, pode começar a definir o rumo de uma equipe até aqui desacreditada.

 

Seleção brasileira treinou no Maracanã neste sábado - Marcos de Paula/Estadão
Marcos de Paula/Estadão
Seleção brasileira treinou no Maracanã neste sábado

 

A partida é o primeiro e importante passo de uma caminhada que tem como objetivo inicial o título da Copa das Confederações - e como objetivo máximo a sexta conquista da Copa do Mundo, ano que vem.

Para Luiz Felipe Scolari, é o momento de começar a montar de fato o time e também de apresentar resultados que deem início ao processo de reconquista do torcedor brasileiro que ele preconiza desde que assumiu pela segunda vez o cargo.

“Esse é um jogo para começar a dar uma retribuição à torcida”, disse Felipão neste sábado, após o treino de reconhecimento do gramado do Maracanã – que ele elogiou. “Poderemos começar a resgatar uma boa imagem”.

O treinador tem um motivo especial para querer a vitória esta tarde. Ele reestreou na seleção com uma derrota justamente para os ingleses, por 2 a 1, no início de fevereiro. “Naquele momento estávamos no início de um trabalho e com uma condição física que não era boa. Agora é diferente”.

Felipão mandará a campo o time que considera ideal, pelo menos neste momento. Uma defesa forte e razoavelmente experiente – Julio Cesar, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo ou Filipe Luis -; um meio-campo com dois volantes, Fernando e Paulinho, que têm como primeira obrigação proteger a defesa; e um meia criativo, Oscar. No ataque, Neymar está garantido e Fred, apesar de ter um problema na costela, deve jogar pelo menos 45 minutos.

O treinador deixou no ar uma dúvida: Hulk ou Lucas. Mas por se adaptar melhor ao que ele pretende taticamente, o jogador do Zenit deve ser o escolhido. “O Lucas está melhorando seu posicionamento defensivo, mas meu objetivo é ter uma equipe equilibrada.”

Felipão deixou claro que, se o time escalado por ele for bem hoje, será mantido quase integralmente para a Copa das Confederações. “Se o time me der a resposta amanhã, tiver equilíbrio tático, será 95% do time (para o torneio)’’, disse. “Mas tem de ter equilíbrio principalmente tático, e ainda fala muito para isso.”

BONITO POR DENTRO…
O Maracanã, que tem previsão de receber 74 mil pessoas, vai servir para testar 16s áreas operacionais visando à Copa das Confederações. O atendimento e a orientação ao público, a rapidez no acesso aos lugares e o funcionamento das lanchonetes estarão entre os itens testados.

O acesso também será avaliado. Mas vai ser difícil passar no teste. O entorno do Maracanã é um canteiro de obras, o amistoso chegou a ser suspenso pela Justiça por falta de segurança e o torcedor deverá sofrer para chegar ao estádio.

BRASIL X INGLATERRA

BRASIL - Julio Cesar; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Fernando, Paulinho e Oscar; Hulk, Fred e Neymar. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

INGLATERRA - Joe Hart; Glen Johnson, Jagielka, Cahill  e Phil Jones; Carrick, Lampard, Walcott e Milner; Rooney e Defoe. Técnico: Roy Hodgson.

Árbitro - Wilmar Roldán (Colômbia); Horário - 16 horas (de Brasília); TV - Globo e SporTV; Local - Estádio do Maracanã, no Rio (RJ).