Monthly Archives: maio 2013

Para viúva, Brasil perdeu Copa de 50 porque não levou Leônidas

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12 de maio de 2010  17h35Albertina Santos, viúva de Leônidas da Silva, guarda recordações dos tempos de glória do atacante. Foto: Alex Mirkhan/Especial para Terra

Albertina Santos, viúva de Leônidas da Silva, guarda recordações dos tempos de glória do atacante
Foto e texto: Alex Mirkhan/Especial para Terra

Direto de São Paulo

Dois anos antes da Copa do Mundo de 1950, disputada no Brasil, o corte do lendário atacante Leônidas da Silva pelo técnico Flávio Costa mudou para sempre o destino do futebol nacional, que só ganharia a fama de “melhor futebol do mundo” oito anos depois. Esta é a opinião da viúva do ex-atacante, conhecido como “Diamante Negro”, Albertina Santos, e de muitos de seus contemporâneos. O próprio Leônidas havia previsto o insucesso brasileiro um ano antes daquela fatídica derrota de 2 a 1 para o Uruguai, em pleno Maracanã, episódio conhecido como Maracanazzo.

Companheira de Leônidas desde 1956, Albertina, 82 anos, era muito jovem quando conheceu o já aposentado ídolo dos anos 30 e 40 e lamenta não tê-lo visto jogar profissionalmente. Porém, sabe muito bem o ressentimento que o ex-atacante, morto em 2004, guardava por não ter sido convocado para o seu terceiro Mundial (disputou em 34 e 38). “Naquela Copa de 50 o técnico Flávio Costa não convocou ele (Leônidas) e o Brasil perdeu por causa disso. Não sou eu quem está falando, mas sim o pessoal da época, porque ele ainda jogava muito bem”, afirma Albertina, em entrevista ao Terra.

Um dos primeiros ícones do futebol brasileiro, expoente negro neste esporte ao lado de Domingos da Guia, Leônidas já havia feito história pela Seleção ao ter marcado o único gol brasileiro na Copa de 34 e por sagrar-se artilheiro e melhor jogador da Copa de 38. A fama de goleador e as suas incríveis jogadas, como a famosa bicicleta que inventou, o credenciavam como forte candidato à equipe que disputaria o Mundial em solo brasileiro, apesar de seus 36 anos à época.

O próprio Leônidas manifestou indignação com o que considerava “regionalismo notório” do então técnico da Seleção, o carioca Flávio Costa. No livro “O Diamante Eterno – Biografia de Leônidas da Silva”, do jornalista André Ribeiro, aparecem protestos do atacante sobre o seu corte da Seleção em 1948 – segundo ele, injustificada – às vésperas do Sul-Americano que aconteceria no ano seguinte. A manchete do jornal O Mundo Esportivo, de 29 de abril de 1949, traz a afirmação indignada e profética de Leônidas: “Eu acuso! Com Flávio Costa o Brasil ganhará o Sul-Americano, mas perderá fatalmente a Copa”.

Muito tempo depois, em 1998, com mais de 90 anos, Flávio Costa comentaria a mágoa que causou no atacante, em relato presente no livro de André Ribeiro. “Sei que fui sempre um cara muito autoritário. Leônidas talvez me veja até hoje como um carrasco, um sujeito que cerceou sua liberdade. Mas eu não vejo Leônidas assim. Vejo Leônidas pelas coisas que ele produziu e pelas satisfações que me deu. Confesso que na primeira vez que barrei Leônidas na Seleção em 1945, sabia que ele era melhor que Heleno de Freitas”, confessou o ex-técnico, um ano antes de morrer no Rio de Janeiro.

Sombra de Pelé

Sem ter nova oportunidade de conquistar a Copa do Mundo, o artilheiro que fez história também em clubes como São Paulo e Flamengo, acabou vítima do sucesso da geração que seria campeã em 1958. Segundo Albertina, os jogadores anteriores a Pelé são relegados ao esquecimento também porque as partidas de futebol não eram televisionadas naquele tempo. “O futebol começou com Pelé”, ironiza, antes de registrar seu protesto. “É como se não tivesse nada antes dele”.

Devota até hoje aos encantos de Leônidas, Albertina gostaria de ver o talento de seu ex-companheiro ser eternamente celebrado pelo povo brasileiro. “Outro dia eu vi um almanaque de fotos de grandes jogadores brasileiros, que inclusive tem o Leônidas, mas fiquei muito chateada porque a primeira foto é a do Pelé dando uma bicicleta. Todo mundo sabe quem inventou aquela jogada e o que diziam sobre quem acertava, mesmo se fosse o Pelé. Diziam que aquela bicicleta era parecida com as de Leônidas”.

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Notícia trazida pela aluna Olga Cavalcanti do 4º ano A

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Londrina testa equipamento para afastar pombos das praças

Notícia trazida pelo aluno Luca Flores do 4º ano A

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Torcedor não recorre a estatuto em 2013

Notícia trazida por Felipe Sanchez, aluno do 4º ano C
18/05/2013 - 03h22

Torcedor não recorre a estatuto em 2013

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EDUARDO OHATA
MARCEL RIZZO
DE SÃO PAULO

O Estatuto do Torcedor completou dez anos nesta semana sem ter eliminado todos os problemas que mira.

Devido à pouca visibilidade, nenhuma queixa relativa aos direitos que prega foi encaminhada neste ano ao Procon do Estado de São Paulo.

Em 2012, foram só três as reclamações. Nos primeiros anos da lei, técnicos do Procon trabalhavam com planilhas, onde eram listados problemas a serem verificados.

“[Hoje] talvez falte divulgação. Mas após o estatuto o avanço foi brutal, com 80% a 90% dos direitos no interior dos estádios respeitados. Fora a Lei de Moralização do Futebol”, explica José Luiz Portela, um dos criadores da lei.

“Fora dos estádios está a parte ruim, só entre 30% e 40% dos direitos funcionam. Por exemplo, o plano de jogo que teria de ser produzido por polícia, cartolas, CET, entre outros, e deveria ser divulgado ao público”, reconhece.

No Ministério do Esporte, Paulo Castilho, do departamento de Defesa dos Direitos dos Torcedores, acredita que a apatia é um resultado do desconhecimento, e não de desinteresse ou descrença.

“Hoje o estatuto não é cumprido em sua plenitude, mas demos um grande passo para que seja cumprido”, diz Castilho, ao revelar novidades da parte do governo federal para os próximos meses.

“Existe um estudo encomendado à UFRJ para classificar e apontar o que precisa ser alterado em 152 estádios com capacidade igual ou superior a 10 mil torcedores.”

Castilho acrescenta que o governo federal prepara uma regulamentação do estatuto.

“Tem lugares em que se instalou um sistema de monitoramento só para cumprir a lei”, aponta Castilho. “Mas precisa ver se é oferecido um monitoramento perfeito. A imagem é nítida? As imagens ficam gravadas? É preciso regulamentar diversos itens.”

O governo federal pretende aproveitar a sequência de grandes eventos no Brasil –como a Copa das Confederações, em junho, a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos em 2016– para voltar a divulgar o estatuto.

Especialista em direito desportivo que organizou, pela OAB/RJ, um trabalho sobre o estatuto, Martinho Neves Miranda vê um legado positivo.

“O estatuto foi uma conquista da sociedade. Acho que 70% do que prega é respeitado”, afirma o advogado.

“No que ele [estatuto] não avançou foi mais por conta da cultura dos torcedores, que não permitiu. Como é no caso de torcedores que usam assentos de terceiros.”

Alguns torcedores, porém, relembram detalhes mais singelos alterados pelo estatuto.

“Sinto falta das barracas na porta do estádio. Acabaram por causa do estatuto?”, questiona, saudoso, o estudante Demir Olegário, 27.

Ricardo Nogueira – 12.mai.2013/Folhapress
Torcedores do Corinthians na partida contra o Santos no Pacaembu
Torcedores do Corinthians na partida contra o Santos no Pacaembu

 

 

Escavações acham pedaços de utensílios domésticos em São Paulo

Notícia trazida  por Felipe Sanchez e Rosa Hellmeister, alunos do 4º ano C

26/05/2013 - 03h30

Escavações acham pedaços de utensílios domésticos em São Paulo

FERNANDO TADEU MORAES
DE SÃO PAULO

Quando a Prefeitura de São Paulo decidiu iniciar um projeto de paisagismo na praça Monteiro Lobato, ao lado da marginal Pinheiros, o arqueólogo Astolfo Araújo, 47, percebeu que era a oportunidade de concretizar um antigo projeto: escavar o local.

Na área, uma das poucas que ainda preservam o solo original da cidade, fica a Casa do Bandeirante, uma construção do século 18.

O trabalho de escavação, que começou em dezembro de 2012, já descobriu cerca de 2.000 fragmentos de cerâmica de uso cotidiano e pode ajudar a compreender os hábitos dos antigos moradores e como se deu a ocupação dessa área, um pedaço da antiga margem do rio Pinheiros.

O terreno, doado à prefeitura em 1944, tem inegável valor arqueológico, segundo Paula Nishida, do Departamento do Patrimônio Histórico. “Não há possibilidade de fazer uma obra dessas sem um trabalho arqueológico prévio. A prefeitura fez então essa parceria com a USP.”

Folha acompanhou as escavações nos fundos da casa, uma área provavelmente de passagem de pessoas e animais, segundo Araújo, que é professor do MAE (Museu de Arqueologia e Etnografia da USP).

Nas áreas já escavadas é possível ver brotando do chão fundos de panelas, alças de xícaras, pedaços de pratos com pequenas decorações e fragmentos de outros utensílios que, após serem limpos e catalogados, serão reconstituídos e expostos no MAE.

“Perguntamo-nos por que os fragmentos estão justamente aqui, se foram enterrados ou simplesmente jogados porta à fora.”

Uma possibilidade é que houvesse uma casa mais antiga em outro local, e que a atual construção seja um prolongamento posterior dela ou uma substituta.

“Nosso trabalho questiona desde como o lixo era despejado até questões arquitetônicas, como se havia uma casa original diferente dessa.”

No passado, havia uma série de estruturas em volta da casa sede, como o curral e a casa dos escravos, diz Araújo. “O trabalho arqueológico mostra o que existia ao redor da casa que ou desapareceu ou está sob o solo.”

Também foram recolhidas para estudos amostras de terra queimada que passarão por processos de datação.

Uma área de terra preta atípica será submetida a análises químicas para se saber se ela é natural do terreno, resultado da decomposição de matéria orgânica, ou se foi trazida posteriormente.

O trabalho, que continua até o fim de 2014, deve render, além da exposição, a publicação de artigos científicos. O local também será usado para aulas e visitação de escolas já neste mês.

Para Araújo, a arqueologia permite fazer uma leitura crítica do passado. “Os que viviam aqui há alguns séculos tinham desvantagens tecnológicas em relação a nós. Mas moravam às margens do rio Pinheiro, que era limpo e meandrante [com curvas]. Hoje, em nome do progresso, fizeram esse canal retilíneo, um esgoto a céu aberto. Será que essas pessoas viviam pior do que a gente?”

Editoria de Arte/Folhapress
CERÂMICA DE OUTRORA Pesquisadores trabalham em praça ao redor da Casa do Bandeirante
CERÂMICA DE OUTRORA Pesquisadores trabalham em praça ao redor da Casa do Bandeirante

Diretores do Barcelona e do Santos estão reunidos para acertar venda de Neymar

Desta vez, pai do jogador também participa da discussão na Vila Belmiro

24 de maio de 2013 | 17h 01
Luis Augusto Monaco e Sanches Filho, especial para o Estado – O Estado de S.Paulo

SANTOS – O pai do jogador Neymar, um dos representantes do Barcelona no Brasil, Raúl Sanllehí, e a diretoria do Santos estão reunidos neste momento na Vila Belmiro para tentar fechar a venda do jogador para o clube espanhol. A reunião começou pouco depois das 16h. Um encontro entre as partes já havia acontecido na quinta-feira, mas não houve acordo. Sanllehí chegou, inclusive, a cogitar o retono para a Espanha na noite de quinta, mas decidiu ficar para uma nova reunião, que acontece neste momento.

 

Diretor do Barcelona, Raul Sanllehí está em Santos - Maurício Souza/Estadão
Maurício Souza/Estadão
Diretor do Barcelona, Raul Sanllehí está em Santos

A proposta recusada na quinta-feira era de 25 milhões de euros (R$ 65,7 milhões), sendo 55% (R$ 36,1 milhões) para o Santos, 40% (R$ 26,2 milhões) para a DIS e 5% (R$ 3,3 milhões) para a Teisa (Terceira Estrela S.A.). Para aumentar a sua cota, o Santos tenta convencer a DIS a abrir mão de parte do valor a que tem direito.


Livro para futuros roqueiros traz Beatles, Elvis e Ramones; veja imagens

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16/05/2013 - 15h35

da Livraria da Folha

“Rock para Pequenos” apresenta às crianças o mundo do rock and roll e alguns dos maiores ídolos deste gênero musical. Além de desenvolver o gosto pela cultura, estimula hábitos saudáveis e higiênicos, como escovar os dentes (Jimi Hendrix) e pentear o cabelo (Elvis Presley).

Escrito por Laura D. Macoriello, com ilustrações de Lucas Dutra, o livro traz Beatles, Jimi Hendrix, Elvis Presley, Janis Joplin, David Bowie, Angus Young, B-52s, Rolling Stones, Chuck Berry, Steve Harris, Ramones, Beatles, Kiss e Ozzy Osbourne.

Abaixo, veja algumas imagens de “Rock para Pequenos”.

Livro Ilustrado Para Futuros Roqueiros

Lucas Dutra

Beatles, imagem de “Rock para Pequenos”

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“Rock para Pequenos”
Autor: Laura D. Macoriello
Editora: Edições Ideal
Páginas: 36
Quanto: R$ 33,90 (preço promocional*)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques. Não cumulativo com outras promoções da Livraria da Folha. Em caso de alteração, prevalece o valor apresentado na página do produto.

Texto baseado em informações fornecidas pela editora/distribuidora da obra.

Descubra como surgiram as camisas de Corinthians e Santos

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19/05/2013 - 08h00

DE SÃO PAULO

Corinthians e Santos decidem hoje (19) quem será o vencedor do Campeonato Paulista deste ano.

Mas você sabe quais as cores das camisas dos times e como elas foram escolhidas?

A edição da “Folhinha” de 8 de novembro de 1981 trazia uma reportagem especial sobre os times paulistas que estavam na primeira divisão naquela época.

Confira abaixo a reportagem.

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O futebol é o esporte brasileiro que tem o maior número de torcedores. Mas ele não nasceu aqui no Brasil. Quem trouxe o futebol para cá foi um menino chamado Charles Miller.

Apesar do nome, Charles era paulistano e morava no Brás. Em 1894, Charles viajou para a Inglaterra e na volta trouxe de lá duas bolas de futebol e um uniforme de um time inglês chamado Southampton.

Foi assim que o futebol chegou ao Brasil, mas a maioria dos times surgiu depois de 1910.

Cada time nasceu de uma maneira diferente e aqui você vai ficar sabendo um pouco da história dos 20 times de futebol que fazem parte da atual 1ª Divisão. São os times que saíram vencedores no ano passado do Campeonato Paulista do ano passado e que, este ano, estão lutando para não perder sua posição.

Repare bem nas cores e distintivos dos times. Você vai notar que a maioria dos distintivos tem a forma de um escudo, como o da Ponte Preta, por exemplo. Segundo Amilcar Quintella Jr., um homem que estuda este e outros símbolos, o escudo representa luta, conquista. Os times usam esse tipo de distintivo para falar de sua briga por uma boa posição no futebol brasileiro.

Em outros times, o distintivo é redondo e esse símbolo quer dizer que ele terá vida longa.

Santos Futebol Clube

Reprodução
Camisa do Santos
Camisa do Santos

Santos lembra Pelé, e Pelé lembra Santos. Durante 18 anos, teve Pelé no seu time, o maior jogador de futebol de todos os tempos, na história do futebol.

Mas, quando o time nasceu, em 12 de abril de 1912, ninguém sabia que o clube teria um futuro de glórias. A ideia de criar um clube com o nome da cidade surgiu porque Santos tinha o maior porto do Brasil, por onde o café de São Paulo era embarcado para outras partes do mundo.

É também chamado time do peixe porque Santos é uma cidade à beira-mar. As cores do time lembram o seu sucesso: o branco da paz e o negro da nobreza.

Sport Club Corinthians Paulista

Reprodução
Camisa do Corinthians
Camisa do Corinthians

Há muito tempo atrás, um clube chamado “Corinthians Team” veio da Inglaterra para jogar no Brasil. Foi uma grande festa em São Paulo.

Naquela época estavam começando a surgir vários clubes de futebol por todo o país e os moradores do bairro do Bom Retiro, em São Paulo, animados com a visita do time inglês, decidiram fundar mais um clube aqui na cidade. Foi assim que surgiu o “Timão”, apelido do Corinthians, o clube que tem uma das maiores torcidas do país.

O nome do time, assim como as cores preta e branca, foram copiados do time inglês. O Corinthians surgiu no primeiro dia de setembro de 1910.

Nova geração do Xbox, videogame da Microsoft, será apresentada nesta terça

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O evento da Microsoft durante o qual será revelado o primeiro novo console de games feito pela empresa desde 2005 (ano do lançamento do Xbox 360) terá início às 14h (horário de Brasília) desta terça-feira (21).

O concorrente do PlayStation 4, videogame da Sony que foi anunciado em fevereiro, leva o codinome Durango, mas pode ser chamado publicamente de Xbox Infinity ou de Xbox 720, apontam rumores.

A Microsoft limita-se a dizer que o novo console trará “uma nova geração de games, de TV e de entretenimento.”

Conteúdo interativo que vá além dos games pode ser um forte do próximo Xbox: durante uma conferência realizada pelo site “All Things Digital”, Nancy Tellem, executiva responsável por entretenimento e mídia digital da Microsoft, disse que um projeto dedicado ao videogame da empresa e desenvolvido por 125 pessoas poderia ser lançado ainda neste ano.

Especulou-se que o novo console possa requerer conexão à internet permanente para poder funcionar, o que atraiu comentários negativos de alguns fãs do videogame. O site “Ars Technica”, contudo, disse ter conseguido um e-mail interno à Microsoft que descarta essa possibilidade.

Divulgação/EricDesign.net
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Imagem criada por artista gráfico para imaginar como seria um “Xbox 720″, como pode ser chamado o novo videogame da Microsoft

HISTÓRICO

Sabe-se pouco sobre o aparelho. A companhia norte-americana mostrou ser mais eficaz do que a principal concorrente japonesa em conter vazamentos de informação –no início do ano, antes do anúncio do PlayStation 4, inúmeros veículos publicaram especificações e até imagens do DualShock 4, o controle do PS4.

A Microsoft aprendeu com a rival: todos os joysticks do novo Xbox distribuídos para desenvolvedores tinham um padrão de listras único, o que torna fácil o rastreamento em caso de vazamento.

Além de uma máquina mais potente, uma aposta segura é dizer que a mídia mudará do DVD para o Blu-ray, formato já utilizado pelo PS3.

A qualidade gráfica dos games da próxima geração aumentarão o espaço ocupado nos discos, e o Blu-ray tem cerca de sete vezes a capacidade de um DVD comum.

Apesar da configuração provavelmente semelhante, o novo Xbox deve ter uma proposta diferente do PS4.

Enquanto a Sony mirou o jogador “hardcore” e a jogatina compartilhada (há até um botão específico para compartilhar imagens e vídeos), a Microsoft deve apresentar um Xbox como uma central de mídia, capaz de atrair quem está interessado em ver filmes e navegar na web.

O primeiro console da geração mais recente é o Nintendo Wii U, que foi lançado em dezembro do ano passado.

KINECT 2

Uma novidade dada quase como certa é a nova versão do leitor de movimentos Kinect.

O acessório não será mais opcional; para ligar o novo Xbox você precisará conectar o novo sensor.

Ele poderá escanear dedos separadamente, perceber o movimento dos lábios e até expressões faciais.

O jornalista ALEXANDRE ORRICO viajou a convite da Microsoft

fonte: Folha de São Paulo – tec – terça-feira, 21 de maio de 2013

 

Museu é chato? Conheça roteiro da “Folhinha” para descobrir as obras do Masp

18/05/2013 - 00h01

BRUNO MOLINERO
DE SÃO PAULO

Para comemorar o Dia Internacional do Museu, o Masp organizou uma brincadeira diferente: uma caça aos quadros. Ao entrarem no museu, as crianças receberão pistas sobre algumas obras do acervo. A missão é encontrá-las dentro do museu.

Também será possível se inscrever no Clube Infantil de Arte do Masp. Ao participar dele, crianças de até dez anos passam a não pagar ingresso e a receber notícias sobre a programação.

A “Folhinha” elaborou um roteiro para crianças com algumas das principais obras expostas no museu. Esses quadros farão parte da “caça aos quadros” que o Masp promove hoje. Clique na foto abaixo e confira:

Editoria de Arte/Folhapress
Veja roteiro infantil para as obras do Masp
Veja roteiro infantil para as obras do Masp